Peixe inspira armadura do futuro






O Senegal Bichir (Polypterus senegalus) pertence a uma espécie de peixes que existe a 96 milhões de anos e desenvolveu um leve conjunto de escamas postas em camadas capazes de bloquear ataques ferozes de predadores. Quando atingidas, estas escamas desenvolvem rachaduras com padrão circular aumentando a capacidade de dissipar a energia do ataque. Hoje o Senegal Bichir pode ser encontrado em águas quentes e lamacentas dos rios da África. A espécie  tornou-se popular para criação em aquários, como por exemplo, o Bichir Tigre.
Um grupo de pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology vem realizando pesquisas na área de nanotecnologia com fins militares para aprender como efetivamente as escamas do bichir defletem impactos. O conhecimento de como as múltiplas camadas de material em cada escama estão interligadas ajudará no melhoramento do projeto de armaduras militares. Na imagem abaixo pode-se observar como as escamas do bichir estão posiciondas.



Tags: Peixe, pré-histórico, armadura, bichir, polypterus, curiosidades.


Abelhinha (Brachygobius xanthozonus) 



  
Família: Gobiidae
Temperatura: 27 - 30 oC
pH: 7,2 – 7,8
Dureza: 15 - 30 dH
Tamanho: 4 cm
Comportamento: Pacífico, mas pode ser territorial apesar de seu pequeno tamanho.
Tamanho do aquário: 40 litros
Zona do aquário: fundo
Manutenção: difícil
Alimentação: Onívoro, aceita tanto rações industrializadas como alimentos vivos, mas ele dará preferência para os alimentos vivos.
Características: Peixe de água salobra que gosta muito de tocas. Peixe de pouca movimentação como os outros gobídeos. Este peixe tem a capacidade de grudar nas superfícies devido a sua nadadeira pélvica que possui o formato de um disco adesivo.
Reprodução: Ovíparo. O macho tem as cores mais fortes e a fêmea é mais arredondada (principalmente no período da reprodução). Na época da reprodução o casal fica mais agressivo e deve ser colocado em um aquário separado, com pH quase neutro, a fêmea deve desovar cerca de 200 ovos em uma toca e o macho passará sobre eles para fertilizá-los, após isso acontecer, retire a fêmea, pois será o macho quem cuidará dos filhotes. Os ovos eclodirão em até 72 horas e devem ser alimentados com infusórios e náuplios de artêmia.





Tags: Peixe, água doce, aquário, abelhinha, água salobra, brachygobius xanthozona, gobídeo.

Coridora albina



Coridora albina (Corydoras spp.)

       
Família: Callichthyidae
Temperatura: 24 – 28 oC
pH: 6,4 – 7,4
Tamanho: 7 cm
Comportamento: Pacífico
Tamanho do aquário: 60 litros
Zona do aquário: Fundo
Manutenção: Fácil
Alimentação: Onívoro. Aceita bem ração em flocos ou grânulos.
Características: A coridora albina não aprecia luz muito intensa e gosta de forte oxigenação na água, sendo uma espécie muito resistente que pode viver até 10 anos. Por ser um peixe de cardume, é aconselhável que seja mantida em grupos de no mínimo cinco exemplares, dando preferência a coridoras albinas em vez de outras espécies de coridoras. Na montagem do aquário, dê preferencia a cascalho fino devido aos barbilhões das coridoras. Devido ao seu comportamento são excelentes para aquários comunitários.
Reprodução: Para realizar a reprodução é recomendado manter mais machos do que fêmeas. Quando verificar que a fêmea esta ovada fazer um TPA de cerca de 30% com água a uns 2 ou 3 graus mais fria do que a do aquário e aumentar o fluxo de vazão do filtro para gerar um efeito de correnteza dentro do aquário, repita o processo até que as fêmeas desovem. A postura dos ovos é feita sobre uma superfície lisa e plana como pedras, folhas ou vidro do aquário. Os ovos eclodirão dentro de, mais ou menos, 72 horas. Após a eclosão, os alevinos irão consumir o conteúdo do saco vitelínico, depois deverão ser alimentados com artêmia recém-eclodida ou comida própria para alevinos. Os pais costumam comer os ovos e os alevinos após todo o ritual de acasalamento, por isso é recomendável retirá-los. Dimorfismo Sexual: A fêmea tem o ventre mais roliço que o macho, que por sua vez é maior.





Tags: Peixe, aquário, água doce, coridora, albina, callichthyidae, corydora spp.

Barbo aurulios

Barbo Aurulios (Puntius arulius) 



Família: Cyprinidae
Temperatura: 22 – 28 oC
pH: 6 - 7
Dureza: gH 3 - 6 e kH 3 - 10
Tamanho: 12 cm
Comportamento: Peixe de cardume, melhor manter no mínimo 5 exemplares. Pode se tornar agressivo quando sozinho.
Tamanho do aquário: 120 litros
Zona do aquário: Meio
Manutenção: Fácil
Alimentação: Onivoro. Adora alimentos vivos e come plantas.
Características: Peixe originário da Ásia. Prefere aquário com muitas plantas e raízes. Quando em grupo, os machos vão gastar sua energia disputando a hierarquia do grupo deixando outras espécies em paz. Pode ser colocado em aquários comunitários, sendo necessária atenção com os companheiros.
Reprodução: Em um aquário de 50 litros com plantas flutuantes coloque 1 ou 2 machos para cada 4 fêmeas para evitar disputas. O aquário deve ter iluminação fraca e para minimizar a possibilidade dos pais comerem os ovos, no fundo aquário coloque vegetação (como musgo) para os filhotes se esconderem. Uma boa alimentação rica em proteínas é indicada para incentivar a reprodução. Os ovos eclodem em 48 horas e as larvas já nadam e devem ser alimentadas com infusório. Dimorfismo Sexual: Os machos são maiores e mais coloridos do que as fêmeas e possuem a nadadeira dorsal mais alongada. As fêmeas tem o corpo mais arredondado na região do ventre.





Tags: Peixes, aquário, barbo, água doce, ciprinídeo, barbus, puntius arulius.

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