O peixe mais comprido do mundo


O Oarfish é mais longo entre todos os peixes, chegando a medir 17 metros. A maioria dos que foram encontrados mediam cerca de 9 metros. Acredita-se que alguns relatos de encontro com serpentes marinhas e monstros marinhos feitos por antigos navegadores são derivados de encontros com o oarfish. Estes peixes são raramente encontrados, pois habitam profundidades de aproximadamente 200 metros. A ocorrência de violentas tempestades no mar acaba fazendo com que espécimes subam até a superfície. O fato de serem vistos após violentas tempestades provavelmente ajudou a criação dos contos sobre monstros marinhos. Outra característica interessante é que o oarfish costuma-se manter totalmente na vertical conforme pode ser visto na figura ao lado. O oarfish não possui valor comercial e segundo relatos sua carne não é considerada comestível. O seu nome oarfish significa peixe-remo e deve-se as duas longas barbatanas que ele possui na parte inferior da cabeça e que parecem longos remos conforme pode ser visto na figura abaixo. A função destes longos “remos” ainda é desconhecida.

  Figura 2 - Oarfish encontrado na praia.


   Figura 3 - Oarfish nadando na superfície.

Figura 4 - Oarfish encontrado morto.

Figura 5 - Oarfish capturado.


Tags: Curiosidade, oarfish, mais longo, peixe.

Aruanã




Aruanã (Osteoglossum bicirrhosum)



Distribuição Geográfica: Bácias amazônica e Araguaia-Tocantins.

Descrição: Peixe de escamas; corpo muito alongado e comprimido; boca enorme; língua óssea e áspera, como a do pirarucu; barbilhões na ponta do queixo; escamas grandes; coloração branca, mas as escamas ficam avermelhadas na época da desova. Alcança cerca de 1m de comprimento total e mais de 2,5kg. No rio Negro também ocorre uma outra espécie O. ferreirai de coloração mais escura.

Ecologia: O aruanã vive na beira dos lagos, ao longos dos igapós ou dos capins aquáticos, sempre à espreita de insetos (principalmente besouros) e aranhas que caem na água. É provavelmente o maior peixe do mundo cuja dieta é constituída principalmente por insetos e aranhas. Nada logo abaixo da superfície com os barbilhões projetados para a frente, mas a função dos barbilhões ainda é desconhecida. Em águas pouco oxigenadas, os barbilhões podem ser utilizados para conseguir oxigênio na superfície da água. O aspecto mais característico do comportamento alimentar do aruanã é a habilidade de saltar fora da água e apanhar as presas ainda nos troncos, galhos e cipós. Um indivíduo adulto pode saltar mais de 1 metro fora d’água. A espécie se reproduz durante a enchente, e os machos guardam os ovos e larvas na boca (os barbilhões também servem para guiar as larvas até à boca do macho quando saem para se alimentar). Os alevinos alcançam alto valor comercial como peixe ornamental.
Equipamentos: O equipamento deve ser do tipo médio; linhas 12, 14 e 17 lb.; anzóis 1/0 a 3/0.

Iscas: Esse peixe pode ser capturado tanto com iscas naturais (peixes, camarão, insetos etc.) quanto artificiais, como plugs de superfície e meia água e colheres.
Dicas: É mais fácil capturar o aruanã na beira dos lagos e lagoas, nas proximidades de troncos e plantas aquáticas. O aruanã costuma dar saltos espetaculares quando capturado, e o pescador precisa ter muita atenção ao retirar o anzol do peixe para não se ferir.

Salmão com molho de limão


Ingredientes:
5 filés (200 g cada um) de salmão
Suco de 1 limão
2 dentes de alho amassados
2 colheres (sopa) de cebola ralada
Sal
3 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 kg de batata
1 colher (sopa) de manteiga
Azeite de oliva para regar

Para o molho:
2 caixinhas de creme de leite (400 ml)
1 colher (chá) de sal
Suco e raspas de 1 limão

Modo de preparo:
Tempere o salmão com o suco de limão, o alho, a cebola, 1 colher (sobremesa) de sal e o azeite. Coloque num recipiente fechado e deixe marinar por 1 hora, na geladeira. Enquanto isso, descasque as batatas e cozinhe em água e sal, escorra e corte em cubos. Unte um refratário, espalhe a batata e, sobre ela, arrume os filés de salmão. Coloque 1 colher (café) de manteiga sobre cada filé e regue com um pouco de azeite. Cubra com papel-alumínio e leve ao forno médio (180°C) por cerca de 25 minutos.

Molho:
Leve o creme de leite ao fogo baixo e deixe ferver por 8 minutos. Acrescente o sal e a manteiga e espere derreter. Junte o suco de limão e retire do fogo. Cubra o salmão com o molho e decore com as raspas de limão.


Fonte: www.portaldepaulinia.com.br


Tags: Receita, peixe, salmão, molho, limão.

Bótia palhaço




Bótia Palhaço (Chromobotia macracanthus)



Família: Cobitídeos

Temperatura: 25 - 30 ºC

pH: 6,5 - 7,0

Dureza: 1 - 10 GH

Tamanho: 40 cm

Comportamento: Pacífico

Tamanho do aquário: 200 litros

Zona do aquário: Fundo, tem o hábito de nadar por todo aquário.

Manutenção: Fácil

Alimentação: Ração, preferencialmente de fundo; vegetais; e alimentos vivos pequenos, preferencialmente caracóis.

Características: Peixe originário de Sumatra ou Bornéu. A bótia palhaço apresenta corpo cônico, moderadamente alongado e comprido lateralmente. A coloração é basicamente laranja pelos flancos com três barras de cor negra bem definidas. Apresenta nadadeira caudal poderosa e quatro pares de barbilhões na boca, além de um espinho próximo ao olho que serve como meio de defesa. Comumente são encontrados nas lojas com cerca de 5 cm ou menos, podendo chegar rapidamente a 15cm, quando crescerão muito lentamente, podendo levar anos até atingir 40 cm. Compatível com praticamente todas as demais espécies que também preferem águas de ligeiramente ácidas a neutra. Pacífico, podendo conviver bem em aquários comunitários. Não é aconselhável, assim, mantê-los junto com predadores muito grandes. O ideal é manter grupos de pelo menos cinco indivíduos. As bótias preferem aquários com iluminação fraca, até 0,5 Watt/litro. Em aquários muito iluminados elas acabam se escondendo. À noite, preferem a segurança de um bom tronco ou cavernas feitas com pedras. São peixes tímidos quando em aquários com poucos esconderijos, sendo mais ativos quando há tocas suficientes e em grupos de cinco ou mais indivíduos. São ligeiramente agressivos quando estabelecem a hierarquia, mas os conflitos normalmente não acarretam maiores consequências. São excelentes faxineiras, comendo as sobras que vão para o fundo, mas nadam em todo o aquário e costumam vir buscar o alimento na superfície e até ficar de cabeça para baixo na hora de comer. Não raro deitam-se para dormir ou tirar um cochilo o que as vezes é interpretado erroneamente como doença. Algo que pode deixar seu dono preocupado é sua rápida mudança de cor para acinzentada, isto não é doença nem dificuldade de adaptação à qualidade da água. As mudanças nos padrões de cores, tendendo para o acinzentado se devem a disputas no grupo para tentar ascender à uma casta superior na hierarquia. São peixes ligeiramente sensíveis ao íctio, especialmente na hora da introdução no aquário, mas, uma vez adaptadas, são peixes extremamente resistentes. Também são sensíveis a remédios à base de cobre. Quando tratadas com estes, as doses devem ser de 1/3 a 1/2 da dose recomendada. Uma curiosidade é que este peixe é capaz de emitir sons claramente audíveis, mesmo de fora do aquário (um tipo de clique).

Reprodução: Somente conseguida por criadores especializados em grandes tanques e com o auxílio de hormônios.






Tags: Peixe, água doce, aquário, bótia, palhaço, cobitídeo, chromobotia macracanthus.

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